COLABORAÇÃO GLOBAL: Como o covid-19 está remodelando nosso mundo?



É fato que a pandemia tem feito indivíduos, organizações e países reverem suas diretrizes e adaptarem-se a um novo cenário nunca antes esperado.

Em diferentes esferas, cada contexto encarou suas complexidades. Talvez isto tenha exposto fragilidades e conflitos previamente existentes através de um novo ângulo.

Frente a todas estas novas elaborações, percebemos questões exigindo discussões e compreensões coletivas. Não mais territoriais, locais, mas posicionamentos globais sendo trazidos para a mesa.


Nada disso se encaminha para um final feliz se um fator chave não estiver sendo compreendido: a colaboração. Seja ela no micro ou no macro contexto, não conheço quem não tenha refletido sobre suas ações e impactos no mundo. No mundo do outro, na sua cidade, condomínio, sociedade, país, planeta. Quantos novos grupos, quantas novas ações, quantos novos conteúdos humanos importantes você leu, se envolveu ou se deparou nos últimos dias?


Final de março, publicado em um artigo no site da União Européia, o VP Joseph Borrell, Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, diz: "O COVID-19 irá remodelar o nosso mundo. Somente reunindo e cooperando além-fronteiras podemos combater o vírus e conter suas conseqüências." Será o início de discussões e entendimentos coletivos que poderão impactar nossos negócios ou outros assuntos e trazer benefícios para a humanidade globalmente?


Fiquei com essa inquietação desde que assisti o documentário HUMANO, o qual explora todos os lados da humanidade, percorrendo o mundo inteiro para entender nossa verdadeira essência humana (recomendo). Terminei de assisti-lo com uma vontade grande de unir todos os países e chegar a conclusões globais, de assuntos que nos afetam todos os dias enquanto humanos, que expandem ou limitam nossa existência.

Tenho recebido mensagens de pessoas da Europa, Estados Unidos e diversas localidades do Brasil no caráter de união, de braços dados, de "conte comigo" ou de "vamos nos unir para esta causa". O último foi da Turquia, um profissional aleatório via Linkedin, a perguntar como estava minha saúde e ofertando suporte. Depois disso, tive a certeza de que precisava escrever este artigo.


Vejo um movimento global, um ativismo da coletividade em benefício mútuo, um senso de "estamos todos no mesmo barco", "vamos cuidar uns dos outros, cuidar do nosso planeta". Discussões separatistas, a elas não me deixo tomar tempo. As coletivas têm mais de mim. Permitimos crescer tudo o que dedicamos nosso tempo.


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